quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Viva o Natal...

Eu sou uma pessoa a quem a maturidade trouxe uma característica pela qual estou imensamente grata:

o ficar feliz com as pequenas coisas

e apesar de sempre ter gostado imenso do Natal, desde que aprendi a sentir-me feliz com os pormenores ainda gosto mais. E o que me dá ainda mais prazer do que ficar feliz é sentir que passo essa felicidade ao J.

Hoje finalmente fizemos a nossa árvore de Natal. Costumamos fazer no dia 1 mas este ano não tem havido tempo. Tenho trabalhado imenso... e ele também! (Haja trabalho!)
Pronto, então fizémos a árvore de Natal, com músicas de Natal a tocar e no final de estar tudo pronto, apaguei as luzes da sala, olhei para as luzinhas do presépio e da árvore a piscar, na nossa casa que nos deu tanto trabalhinho a arranjar e nos custou tanto a decorar, com os nossos cortinados novos que já são suficientemente bons para proteger do frio e senti-me tão realizada...
Sorri muito, senti-me quentinha por dentro, sei que sou feliz e abracei o J., que riu como só consegue rir quando me vê mesmo Feliz!

E eu sinto-me ainda mais feliz quando o vejo rir assim... o Natal é isto... não é a prenda que vamos trocar no dia 24 à meia-noite!

Deixo a minha árvore e o meu presépio, feito por mim, abaixo:


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Injustiças

A vida é tão injusta...

imagem aqui
Aconteceu uma injustiça tão grande no trabalho do J.... ele anda tão triste que parece um cachorrinho abandonado!

Depois ele tem aquele problema de sofrer em silêncio... então quase não fala, não dorme bem, não tem fome... e eu tento fazer de tudo para o animar, mas é muito difícil, porque ele tem toda a razão do Mundo, só que o poder de resolver as coisas não está nas mãos dele.
Quando somos nós que cometemos um erro é muito mais fácil dar conselhos: pede desculpa e segue em frente, resolve o problema que criaste, etc.
Agora assim, digo-lhe o quê? A vida é injusta... nós vamos conseguir tudo com o dobro do trabalho dos outros, mas vamos conseguir na mesma... tenho imenso orgulho em ti... mas estes "conselhos" não resolvem nada...

Aconselhei-o a dizer que não espera que as atitudes mudem, mas que tem de explicar porque anda chateado. Pode ser que depois fique mais aliviado e consiga seguir em frente!

É que hoje em dia não é nada fácil encontrar um trabalho onde possamos crescer, desenvolvermo-nos, onde nos dêem valor... a nós, quem se esforça... e não a fulano de tal, que tem uma cunha ou que nasceu com o dito virado para a lua...

Desculpem o desabafo... mas estou também cansada que por aqui sejamos tão postos de parte por não sermos ou sortudos ou filhos de alguém com nome!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Só para dizer...

... que sei que tenho estado ausente, mas por uma boa causa!

Casei


E agora vou de lua-de-mel.

Quando regressar conto como correu! Mas adianto desde já que tive um dia de sonho!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Roubos "legais"

Cada vez mais me parece que é isto que o governo anda a fazer ao meu (nosso) ordenado...
imagem aqui
Afinal parece que os cortes passam a ser definitivos e podem chegar aos 15%. No meu salário, 12% são praticamente 200 euros. Vocês até podem pensar que sou sortuda por ter um ordenado que até considero bom e que há muita gente que não vai ser vítima de cortes porque ganha menos de 600 euros e esses é que coitados.
Mas desculpem lá, que isto "quem não se sente não é filho de boa gente", já dizia a minha mãe e eu custa-me muito a aceitar ter passado tantos anos a estudar afincadamente, abdicar de tantas coisas, continuar a apostar na minha formação, passar todo o dia fora de casa, inclusivé aos fins de semana e depois olhar para o meu ordenado e ver que ganho 2€ por hora a mais que a senhora que vem cá passar a ferro (exactamente porque estou sempre fora). Ora, se sobre isso me tiram ainda mais X%... ora, o que é que andamos a fazer 40h/semana no trabalho? Estou mesmo chateada.
Não concebo a ideia de que uma pessoa 5 anos depois de ter começado a trabalhar ganhe menos do que quando mal sabia fazer alguma coisa, logo no início!

Perdas

Continuando a falar de perdas... ontem soube da perda de uma colega música, com quem tive o privilégio de partilhar o palco inúmeras vezes. Custa-me imenso ainda a acreditar que isto pode acontecer... É incrível a maldade de que as pessoas são capazes quando se concentram apenas no que querem, sem ter em conta a escolha dos outros...

http://www.noticiasaominuto.com/pais/116454/estrangulou-jovem-por-quem-estava-obcecado-e-matou-se-com-veneno#.UlxA7dK-2uI

Mafalda, és mais uma estrelinha a brilhar no céu... maravilha os anjos com o teu oboé!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Há pessoas que vão e outras que vêm...

Em primeiro lugar, acerca das pessoas que vêm: 

Yupiii! A minha primeira seguidora! O botão funciona e afinal há quem me leia :P

Agora o motivo que me trouxe cá:
- Mais uma amiga que emigra. Esta para o Reino Unido e, ao fim de duas semanas lá, encontrou um emprego a ganhar 3 vezes mais do que conseguiu no único emprego que arranjou no seu país de origem, em cerca de 8 anos de buscas... E ainda não é na área dela.

Entristece-me que não se premeie a formação, as capacidades e os conhecimentos, aqui neste Portugalito.
Continuo a ver pessoas sem formação nem vocação a desempenhar funções de elevada posição, sem estarem para isso preparados. Gestores e responsáveis que não sabem ser líderes, enquanto pessoas com formação e vontade são impedidas de exercer essas funções porque não são "mais velhas" ou não são "da confiança do sr fulano de tal". Isto entristece-me porque faz parte de um pensamento retrógrado que está a custar a desenraizar...

Sinceramente, imagino as dificuldades de quem emigra e custa-me imenso pensar que um dia posso estar eu nesse lugar. Ainda não o fiz porque me custa deixar as pessoas que me rodeiam e que amo, os meus hobbies, o conforto. Mas, embora eu e o J. tenhamos profissões que ainda apresentam alta empregabilidade no nosso país e, de os nossos ordenados nos permitirem viver com conforto, ainda coloco a hipótese de sair. Porque as ambições aqui são cortadas pelos tornozelos, a corrupção e as cunhas ainda imperam e porque não sei se é esta vida de só passar 2 ou 3 horas acordada em casa por dia, que quero dar aos meus filhos. 

Se sonhar é permitido, gostava de poder sair do trabalho a tempo de os ir buscar a escola, dar uma volta pelo parque, ou andar de bicicleta ou assim, ir para casa, fazer o jantar com calma, ter tempo para eu e o meu marido podermos brincar com eles... coisas que o dinheiro não paga, já que por aqui, para continuarmos a ter algum conforto, temos de estar com eles só naquele momento de stress do: faz os trabalho, toma banho, vai para a cama...

Arghh! Dilemas!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Será?

Epá, acho que finalmente acertei aqui com o botão para as pessoas me poderem seguir...

Será?